Em resposta ao surgimento de produtos falsificados no mercado, os lacres de segurança invioláveis e frágeis foram implementados.Etiquetas RFIDdesempenharam um papel importante neste campo, podendo prevenir eficazmente a comercialização de produtos falsificados e permitindo que os consumidores comprem produtos seguros, confiáveis e de alta qualidade garantida.
A exploração e aplicação da tecnologia RFID antifalsificação podem não apenas trazer benefícios econômicos diretos para as empresas, mas também supervisionar eficazmente a produção e as operações empresariais dos órgãos de gestão estatal competentes, reprimir e proibir severamente atividades de produção ilegal, manter a ordem e a estabilidade social e fornecer um suporte técnico robusto para o desenvolvimento sustentável da economia nacional. Ao mesmo tempo, contribui para melhorar a eficiência da gestão e reduzir os custos operacionais.
A aplicação da RFID no combate à falsificação consiste em conectar microchips aos produtos que necessitam de proteção contra falsificação. Este é um campo de pesquisa em voga, que utiliza a tecnologia de radiofrequência para transmitir os dados armazenados no chip para o terminal do sistema, realizando a identificação. A entrada e o processamento de informações são realizados sem contato direto, o que proporciona praticidade e rapidez. Essa tecnologia pode ser amplamente utilizada em setores como produção, logística, medicina, transporte e gestão de ativos, que exigem a coleta e o processamento de dados.
A aplicação da RFID no combate à falsificação consiste em conectar microchips aos produtos que necessitam de proteção contra falsificação. Este é um campo de pesquisa em voga, que utiliza a tecnologia de radiofrequência para transmitir os dados armazenados no chip para o terminal do sistema, realizando a identificação. A entrada e o processamento de informações são realizados sem contato direto, o que proporciona praticidade e rapidez. Essa tecnologia pode ser amplamente utilizada em setores como produção, logística, medicina, transporte e gestão de ativos, que exigem a coleta e o processamento de dados.
Nas etapas acima, diversos meios técnicos são utilizados para garantir que o processo de verificação de identidade seja inviolável e inalterável. Se o mecanismo de verificação for falso, produtos falsificados aparecerão; se o processo de verificação for adulterado, produtos genuínos serão falsificados e o mercado será prejudicado. Dessa forma, em todo o processo de produção e distribuição de mercadorias, até o consumo, apenas um produto possui um meio de verificação único, identificado por um ID exclusivo, atingindo assim o objetivo de combater a falsificação. Os dados de identificação do ID da etiqueta eletrônica RFID são somente leitura e não podem ser alterados.
Para impedir que falsificadores usem etiquetas eletrônicas falsas com o mesmo ID, a "chave" de segurança exclusiva associada ao ID também pode ser gravada na marca de segurança para garantir a exclusividade do processo de verificação. Portanto, o ID da etiqueta antifalsificação é único, e a única informação de autenticação no chip é um mecanismo de criptografia rigoroso que torna a tecnologia antifalsificação eficaz por um longo período.
Alguns produtos de uso comum, como marcas conhecidas de bebidas alcoólicas, cosméticos e produtos de saúde, podem ter sua credibilidade seriamente afetada pela presença de produtos falsificados e de baixa qualidade, impactando negativamente o desenvolvimento econômico do país. Portanto, o combate à falsificação é essencial. A tecnologia RFID de combate à falsificação revolucionou o conceito de tecnologias antifalsificação do passado, adotando novas medidas, como dificuldade de fabricação, facilidade de identificação, feedback de informações, senhas únicas e confidenciais, e uso único.
Em comparação com a segurança contra falsificação a laser e a segurança digital, a vantagem da segurança contra falsificação por RFID reside no fato de que cada etiqueta possui um número de identificação único, gravado na memória ROM durante a fabricação do chip. Esse número não pode ser modificado e é difícil de copiar; não sofre desgaste mecânico e é resistente a incrustações; o leitor possui uma interface física que não é diretamente aberta pelo usuário final, garantindo sua própria segurança; em termos de segurança de dados, além da proteção por senha da etiqueta eletrônica, alguns algoritmos também podem ser usados para realizar o gerenciamento de segurança dos dados; existe um processo de autenticação mútua entre o leitor e a etiqueta eletrônica, etc.
A segurança do dispositivo de identificação por RFID, independentemente do método utilizado, deve ser garantida. Somente assim ele poderá realmente desempenhar um papel no combate à falsificação.
Data da publicação: 28/07/2023









